professor da UFMG defende torpeza dos testes em animais
Se você não concorda com o professor Humberto Pereira de Oliveira, com os experimentos em animais na UFMG, ajude a protestar (instruções abaixo).
![]() |
| Professor Humberto: defensor de método nazista de pesquisa |
Além de tentar enganar a população, o professor Humberto negligencia o fato que a vivissecção é um método que foi muito utilizado pelos nazistas, e que a experimentação em seres vivos não tem ética. Quem extermina animais em nome da ciência está promovendo um holocausto.
Quando uma pessoa pratica um crime (crueldade aos animais) esta pessoa é uma criminosa. Quando esta pessoa incita a experimentação em animais, ela esta fazendo apologia ao crime. Quando várias pessoas estão envolvidas num mesmo crime -como os membros do CONCEA - Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal ? e os membros do Comitê de Ética em pesquisa de animais da UFMG, nós temos um caso de formação de quadrilha.
A infame Lei Arouca que regulamenta os maus tratos aos animais está em choque com o artigo 255 da Constituição que assegura que é um dever de todos:
proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade.
Veja - http://amigosdosanimaisdetatui.blogspot.com/2011/01/ufmg-veterinarios-assassinam-15-caes.html
Veja - http://amigosdosanimaisdetatui.blogspot.com/2011/01/ufmg-veterinarios-assassinam-15-caes.html
------------------------------ ----------------------
AÇÃO URGENTE:
Se você não concorda com o professor Humberto Pereira de Oliveira, com os experimentos em animais na UFMG, ajude a protestar.
Para reforçar seus argumentos vejam estes sites:
Cite a Declaração Universal dos Direitos dos Animais
Artigo 8º 1. A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação. 2. As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas.
Cite também a lei de Crimes Ambientais
Art. 32º - Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: Pena: detenção, de três meses a um ano, e multa. § 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
------------------------------ --------
Enviem mensagens de protesto preenchendo um formulário do site da UFMG em
----------------------
Humberto Oliveira: pesquisa e defesa animal
Regulamentação do uso de animais em pesquisa está se consolidando no país, avalia Humberto Oliveira
sexta-feira, 1 de abril de 2011, às 7h30
A utilização de animais em práticas de ensino e de pesquisa tem sido motivo de muitos debates. Os limites que devem existir para este tipo de prática e os procedimentos necessários para que animais possam ser utilizados em pesquisas são, muitas vezes, desconhecidos pelo público. Com a aprovação da Lei Arouca (Lei 11.794, de 8 de outubro de 2008), o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, passou a regular e normatizar os procedimentos de experimentação animal no país. O professor Humberto Pereira Oliveira, do Departamento de Clinica e Cirurgia da Escola de Veterinária da UFMG e representante do Ministério da Educação junto ao Concea e membro da Comissão de Ética no Uso de Animais (Ceua) da UFMG, fala sobre o tema.
Como é a regulamentação do uso de animais no Brasil e na UFMG?
Na atualidade esta regulamentação é feita pelo Concea, criado em 2008. Portanto, há mais de dois anos este tipo de regulamentação é oficial no Brasil. As normatizações a serem seguidas nacionalmente são distribuídas para as Comissões de Ética no Uso de Animais, que devem estar presentes em todas as instituições que praticam a experimentação animal. As Comissões são responsáveis por avaliar os projetos de pesquisa e ensino, sob o aspecto ético, obedecendo ao procedimento padrão estabelecido pelo Concea. As instituições que desejam realizar experimentos em animais ou utilizam animais no ensino devem se cadastrar no Conselho e, uma vez registradas, irão receber a certificação de que podem se desenvolver e estão se desenvolvendo de acordo com a lei.
Vale lembrar que já existe na UFMG, desde 2000, o Comitê de Ética em Experimentação Animal (Cetea), que passará a ser denominado Comitê de Ética no Uso de Animais. Desde 2001 a UFMG vem disciplinando o uso de animais, com base no anteprojeto da Lei Arouca em tramitação na Câmara e no Senado e, inclusive, em procedimentos e instruções de universidades americanas e européias.
Quais normas são estabelecidas para a experimentação animal?
Basicamente, o pesquisador deve obedecer a três critérios básicos. O primeiro é em relação ao número máximo de animais a ser utilizado na pesquisa. Não é permitido utilizar mais animais que o necessário. Se, por exemplo, 10 camundongos satisfazem uma pesquisa, não é permitido dobrar ou triplicar este número sem uma justificativa. Do mesmo modo, um número muito reduzido de animais pode determinar a inconsistência dos resultados e, assim, invalidar a pesquisa, o que significa ter que refazer o experimento e fazer uso de outros animais. O tipo de pesquisa e a variabilidade prevista para os dados geralmente requerem um bom planejamento estatístico.
O segundo critério é em relação ao bem-estar animal. Todo animal que é utilizado numa pesquisa deve ser submetido a determinados cuidados. Ele não pode sofrer, tem que ser convenientemente anestesiado, no caso de uma cirurgia, assim como receber cuidados pré e pós-operatórios, com relação a analgésicos e antibióticos, por exemplo. Além disso, deve receber alimentação adequada, viver em um ambiente com temperatura controlada e sem barulho ou outros fatores de estresse. Tudo isso diz respeito ao bem-estar do animal, ele tem que ser tratado de maneira a não sofrer danos ou estresse que venham a prejudicar as observações e causar sofrimento.
O terceiro critério diz respeito à substituição da experimentação em animais por métodos alternativos com respostas e repetibilidade confiáveis, com vistas à sua aplicação na saúde humana e animal.
Quais são esses métodos alternativos?
Em relação ao ensino, por exemplo, existem métodos que substituem parte dos animais em aulas sobre cirurgias e práticas de farmacologia e de toxicologia, dentre outras. Os professores podem filmar práticas cirúrgicas não mutilantes, sob adequadas condições de assepsia, antissepsia e anestesia, em ambientes cirúrgicos controlados, e exibi-las aos alunos, ao invés de utilizar vários animais. Existem modelos de aula com recursos de computador para farmacologia, cultivo celular em que células que seriam obtidas de poucos animais vivos podem ser cultivadas em laboratório, evitando o sacrifício de muitos animais, testes de toxidez que dispensam animais, vacinas com material recombinante, etc.
Na pesquisa, principalmente da área de cosméticos, muitos animais já foram substituídos por métodos alternativos, como a pele artificial. Há também vários outros casos em que animais são substituídos por estudos dentro do laboratório com equipamentos modernos. Os métodos alternativos não podem ser definitivos e nem sempre substituem os animais na pesquisa. Na maioria das vezes, reduzem muito o uso de animais, uma vez que algumas respostas podem depender do pleno funcionamento de todos os órgãos do animal para a validação e possível aplicabilidade dos resultados.
Existem penalidades no caso de descumprimento das normas?
Toda lei tem regras a serem seguidas e leva a penalizações, em caso de descumprimento. Dependendo do caso, podem ser aplicadas multas, pode-se proibir o prosseguimento da pesquisa, suspender a certificação do órgão de ensino ou de pesquisa ou descredenciar totalmente as instituições.
Qual é a sua opinião em relação ao sofrimento dos animais em pesquisas?
É melhor pensar a questão desta forma: tudo é feito para que não ocorra sofrimento animal. Os animais devem ser tratados adequadamente, com a manipulação correta, seguindo as normas estabelecidas. Porém, alguns procedimentos como, por exemplo, uma pesquisa sobre a dor, têm que levar o animal a um tipo de desconforto, mas a situação é controlada de modo a não ultrapassar o limiar de dor ou de estresse. Não é possível avaliar um medicamento analgésico ou anti-inflamatório sem ser diante de um quadro em que o animal seja submetido à dor, mas ela deve ser controlada e não exceder a necessidade.
Existe no Concea a intenção de reduzir a quantidade de animais utilizados nas pesquisas?
A lei foi feita para se fazer valer. Ela pretende alcançar a redução do número de animais, o cuidado com o bem-estar e a busca a todo custo por métodos alternativos que respondam de maneira eficiente às pesquisas. O Concea tem a competência de formular normas relativas ao uso de animais com finalidade de ensino e pesquisa científica em andamento no país.
O senhor acredita que o interesse de grandes indústrias, como a de cosméticos, ainda prejudica uma maior atuação de conselhos como o Concea?
De certa forma, sim. Porém, grandes empresas já utilizam métodos alternativos para testar batons, outros tipos de maquiagem, bronzeadores, protetores contra raios UV, pomadas dermatológicas e lentes de contato, por exemplo. Se isto não for feito, o próprio público se encarrega de não utilizar determinados produtos, o que acarretaria em grande prejuízo para os fabricantes.
Mesmo com a criação de métodos alternativos o uso de animais continua sendo imprescindível?
Claro, algumas pesquisas não têm como abrir mão do uso de animais, pois muitas delas dependem do metabolismo do animal vivo como um todo. Algumas pesquisas visam descobrir os efeitos planejados para certo produto, mas os outros efeitos (colaterais) só podem ser avaliados no animal como um todo. Assim, o animal vivo é, de certo modo, importante e imprescindível para o ensino e para a pesquisa, principalmente para as investigações diretamente relacionadas com a saúde humana. Não há como avaliar totalmente determinados tipos de vacina sem que elas sejam submetidas a desafios que dependem de sua inoculação. Há também alguns materiais voltados para a ortopedia que não podem ser utilizados diretamente em humanos. Por isso, são colocados em animais para testar as reações do organismo.
Não podemos esquecer que existem também pesquisas feitas diretamente em humanos. Elas não são fatais, evidentemente, mas a participação de pessoas também é necessária em alguns processos. Há muitas pessoas voluntárias neste tipo de trabalho.
Em todos os casos, a pesquisa deve ser conduzida com a consciência de que nenhum animal deve ser utilizado de forma irresponsável, sem um bom propósito, em número desnecessário, sem cuidados de bem-estar e quando existem métodos alternativos confiáveis.
Existem animais que não podem ser utilizados em pesquisas? Quais são os mais comuns?
Existem os animais que respondem melhor a determinados tipos de pesquisa. Os mais utilizados são ratos e camundongos, seguidos de coelhos, hamsters e até mesmo aves. Há o uso de animais maiores, como cães, mas ele vem diminuindo drasticamente nos últimos tempos, o que é bom. Além disso, são utilizados bovinos, caprinos, ovinos, suínos e, equinos em pesquisas sobre melhoramento genético, manejo e nutrição, sem necessariamente envolver estresse ou determinar a eutanásia desses animais. Sem estas pesquisas, não teríamos hoje um rebanho de alta produtividade e economicamente viável.
Há pesquisas feitas com a utilização dos animais para benefício deles mesmos?
Existem muitas pesquisas voltadas para o benefício dos animais de maneira geral, mas principalmente os de companhia. Estes animais se tornaram extremamente importantes para as famílias e há muita demanda de pesquisas voltadas para eles. Existem também muitas investigações voltadas para salvaguardar animais de determinadas doenças, como a raiva ou a aftosa. Uma coisa é certa: a experimentação animal, em princípio, visa beneficiar o homem, principalmente quando se utiliza animais de laboratório. Isto não quer dizer que não existam pesquisas que visem ao bem-estar do próprio animal.
Qual é a situação atual do Conselho Nacional?
Apesar de o Concea ter sido instituído em 2008, ele ainda está em um período de normatização, criação de regras e estabelecimento de conduta para a experimentação animal no Brasil. O Conselho é resultado de um processo longo, foram mais de treze anos para a aprovação. Esta luta já havia sido vencida há muito tempo nos Estados Unidos e na Europa, por exemplo, e nós ainda estamos no processo de elaboração de normas, tomando por base o que já existe em outros países. O objetivo é fazer com que a lei atinja todos os centros de pesquisa e de ensino, inclusive da rede particular.
As expectativas são positivas?
São as melhores possíveis. O Conselho se reúne mensalmente para discutir e estabelecer as normas, em Brasília. Estamos em fase de cadastramento das instituições, mas, até agosto, já estaremos no processo de credenciamento. Neste intervalo já existem algumas instruções normativas para biotérios e para o uso de animais em ensino e pesquisas no Brasil. O cadastramento é obrigatório. As informações sobre o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal podem ser encontradas no site do Ministério da Ciência e Tecnologia
(Assessoria de Comunicação da Escola de Veterinária da UFMG)
fonte - CMI - Mídia independenteJosé Franson - Porque estes "cientistas" não fazem os testes em si mesmos ou seus parentes próximos? O mundo civilizado está abolindo esta prática medieval e nazista. Chega de crueldade, Chega de vivisseção, chega de testes em animais...
Canadá está livre de experimentação animal
Campanha nacional permanente - “Fecha canil do CCZ - Tortura nunca mais” Eu aderi. (cole o slogan/link no email, blog, seja criativo)
Campanha nacional permanente - “Fecha canil do CCZ - Tortura nunca mais” Eu aderi. (cole o slogan/link no email, blog, seja criativo)
__._,_.___

3 comentários:
Amei o blog Já esta na nossa lista!!!
ATT http://spotterslife.blogspot.com/
Nao é a toa que esse talzinho tem cara de monstro.
Ki noooooooooooooooojo!!!!!!!!!!!!!
Pessoal, o que esse infeliz faz não é diferente do que acontece aqui em São José do Rio Preto. Estamos combatendo as fraudes (com provas) de um dito Comitê de Ética para continuarem torturando e matando, mas o Ministério Público e o Judiciário negaram qualquer investigação. Temos que fazer uma ação conjunta de várias ONGS, para combatermos a barbárie da experimentação. Entrem em contato: adalberto@ajudaa.org. Dias 12 e 13 de maio haverá até um congresso promovido pelos pesquisadores, para ensinar outros pesquisadores que experimentação é bacana. Vejam: http://www.ceea.famerp.br/epeea/
Postar um comentário