terça-feira, 11 de outubro de 2011

Luciana Gimenez aborda o assassinato de animais em rituais religiosos

Programa SUPERPOP, exibido em 10/10/2011, conduzido pela Luciana Gimenez.
Como eu já havia antecipado, o assunto seria maus-tratos aos animais, com a presença de um jornalista, uma promotora de Justiça, além de uma representante de ONG mundial em defesa dos animais, todos favoráveis aos animais.
Do outro lado, o vereador Pedro Portillo, do Rio Grande do Sul, responsável por uma lei que permite o sacrifício de animais em rituais religiosos, e um pai de santo representando o Candomblé, Pai Guimarães.

Fiquei satisfeito pois os argumentos do vereador e do pai de santo foram sofríveistentando justificar o injustificável.  Determinado momento, o vereador contestado pela promotora de Justiça, interrompeu a fala da Drª, chamando-lhe de  "mal-informada". O desespero tomou conta do político, esquecendo que uma lei municipal não transcende lei federal. Aliás, quando não há argumento consubstanciado na razão, a regra é interromper a fala do oponente, confundindo, sem deixar concluir o raciocínio. Só que os defensores da matança esqueceram que estavam lidando com pessoas preparadas intelectualmente. O vereador estava nervoso, assim como o pai de santo gaguejava, quase chorando, afirmando que não é bem assim, etc...

Alegar que o artigo 5º da Constituição Federal garante a matança de animais é simplesmente afogar a razão, algo inimaginável, haja vista que a liberdade de culto exclui o extermínio de animais, pois todo animal é tutelado pelo Estado, no caso, a Federação.
O pai de santo totalmente perdido em seus argumentos, afirmava que não há maus-tratos em terreiros de Candomblé. Foi quando indagado pela defensora dos animais de como eram imolados os animais, caindo  em contradição, pois afirmou que matam naturalmente, usando o subterfúgio que aproveitam o animal para consumo.

Ação totalmente contestada pela defensora dos animais, pois todo animal para abate em abatedouros precisam ser sedados para não sentirem a morte e no Candomblé essa prática não existe.
O programa foi a um terreiro de Candomblé e lá encontraram peles de diversos animais. A jornalista responsável pela matéria acompanhou-se de uma defensora dos animais e uma autoridade, sendo o pai de santo preso por crime ambiental e maus-tratos aos animais. Ele matava animais para despacho ao preço de 1300 reais. Havia um papagaio preso - o papagaio parecia saber que estavam ali para libertá-lo e começou a agitar-se, emitindo sons. Foi salvo, graças a Deus.

Portanto, não há resquício de dúvida: animal sacrificado em ritual religioso é crime contra a vida. Contra a verdade não há argumentos.

Triste no final foi aparecer cenas de abandono de animais, quando carros pararam em uma estrada e largaram seus animais, deixando-os à mercê da sorte. Também mostrou um gato envenenado, sendo massageado por outro. Um cão "DR" visitando crianças em hospitais. O animal parecia entender que aquelas sofridas crianças gostavam dele e permanecia quieto, tranquilo, deixando que as mesmas lhe acariciassem.
E ainda dizem que os animais são...inferiores!!!
Foram comoventes as cenas, com a Luciana e promotora de Justiça derramando lágrimas de tristeza.

Eu já enviei e-mail à Luciana Gimenez parabenizando-a pelo ótimo programa e por ela colocar-se ao lado dos animais. Sugiro que os defensores e defensoras dos animais façam o mesmo.



Contato - http://www.redetv.com.br/Faleconosco.aspx?Programa=1

Aos poucos os defensores dos animais estão modificando paradigmas.
A luta pacífica continua e jamais iremos esmorecer. Vamos, com certeza, unidos, enviar cartas e e-mails ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal para acabar definitivamente com a matança de animais em rituais religiosos, pois é impossível continuar com tanta brutalida de contra os indefesos animais.
Nossos somos a voz e a inteligência dos animais.
Vitória do bem!
A Luciana, despedindo-se, pediu a todos os telespectadores: se você vir algum animal na rua precisando de ajuda, por favor, sensibilize-se e ajude.  Eu aplaudi suas palavras!

A luz começa a brilhar pelo bem-estar e liberdade dos animais. Eu tenho certeza disso!

GILBERTO PINHEIRO

NOTA: o prefeito Kassab proibiu em SP a existência de aviários, casas que vendem animais para abate. Está terminantemente proibido.
Vamos todos, defensores dos animais de vários estados, pressionar os deputados para aprovar lei que também proíba aviários e lojas que vendam animais para abate. ISSO TAMBÉM PRECISA ACABAR DEFINITIVAMENTE.




Olá, pessoal!

Com o trabalho de castração dos gatos do cemitério Nossa Senhora do Desterro em Jundiaí, já encontramos 3 galinhas brancas com as patas e asas  quebradas dentro do cemitério, ainda vivas, todas foram recolhidas e levadas ao veterinário que cuidou das mesmas e as adotou, por isso, não acredito na história de que a carne utilizada em rituais sejam servidas aos mais carentes e, pasmem, se for, há necessidade de denúncia do mesmo jeito!




Galo vivo é retirado de despacho

Foto: Divulgação


Animal teve as patas e as asas quebradas e passou cerca de 12 horas jogado sobre o cruzamento de duas ruas

Na manhã de sábado, 22, quem passou pelo cruzamento das ruas Casemiro de Abreu e Augusto Duprat deparou-se com uma cena horrível:

Um galo vivo foi utilizado para um despacho e colocado certamente após a meia noite no local, tendo passado a noite inteira e boa parte da manhã sofrendo. Ele estava com as patas e as asas quebradas.

Pessoas que passaram pelo local avisaram as professoras do Colégio Getúlio Vargas, Alessandra e Jane, que o retiraram do cruzamento levando-o ao veterinário. Logo após, registraram ocorrência na delegacia por maus tratos a animais. O galo se encontra hoje sob os cuidados de uma senhora que se sensibilizou com a situação.




Menino de 11 Anos Mata Outro de 6 Após "AprenderA Matar em Centro de Umbanda
Jornal Zero Hora - Edição nº 14163 - Porto Alegre, 01 de junho de 2004
Garoto de seis anos é morto por outro de 11 em Cruz Alta/RS
A vítima teve a cabeça colocada em um poço e depois foi agredida com pauladas no peito. Maicon Rodrigues dos Santos, seis anos, foi morto no final da tarde de domingo, no bairro Vila Ferroviária, em Cruz Alta, por um garoto de 11 anos. O autor confesso revelou que costumava matar gatos da mesma forma.
Segundo a Polícia Civil, o garoto, que estava acompanhado de mais duas crianças - uma menina de 10 anos e um menino de sete - atraiu Maicon até um terreno baldio, na Rua Pedro Sessêgo, prometendo lhe dar sobras de comida de uma festa em um centro de umbanda, da qual os três haviam participado, na madrugada anterior. O trio não conhecia a vítima.
No local, o garoto pegou Maicon no colo para atravessar um córrego e enfiou sua cabeça em um poço. Depois de tentar colocar o corpo de Maicon no buraco, o garoto o retirou e passou a agredi-lo com pauladas no peito. Os três fugiram do terreno e voltaram para o centro de umbanda, onde seria realizada uma atividade exclusiva para crianças, a partir das 18h.
Assustada, a menina revelou à mãe o que havia ocorrido. O fato foi levado ao conhecimento de outras pessoas, que iniciaram as buscas. Somente após a localização do corpo a polícia foi acionada.
De acordo com a delegada da 2ª Delegacia de Polícia Civil de Cruz Alta, Lylian Carús, o garoto admitiu o crime e confessou que havia assistido a rituais onde foram mortos cabritos, pombas e galinhas e que estava acostumado a matar animais:
- Perguntei se ele não tinha pena dos bichinhos e ele disse que não, que costumava esgoelar gatos - disse Lylian.
A delegada revelou que deverá encaminhar o garoto à Justiça. Maicon foi enterrado ontem, às 17h, no Cemitério Municipal de Cruz Alta.









Veja também - "Primavera animal" - Participe da libertação do sofrimento dos animais abandonados

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sábado, 8 de outubro de 2011

Canil municipal CCZ Fortaleza CE assassinou 7.493 cães e gatos - Proteste



CCZ sacrificou 7.493 cachorros e gatos neste ano



Destes, 50% eram casos confirmados de calazar; decisão judicial impede a morte de animais saudáveis



O Centro de Controle de Zoonose de Fortaleza (CCZ) informou já ter sacrificado 7.493 animais (cachorros e gatos) nesses nove primeiros meses de 2011. Deste total, 50% (3.746,5) tinham comprovadamente a leishmaniose visceral- LV (Calazar).

A outra metade compõe a população de animais que se encontra em fase terminal (câncer), ou com doenças incuráveis e a de animais considerados agressivos.

Sobre a origem desses animais, o coordenador do Programa do Calazar do CCZ, Sérgio Franco, explica que muitos deles, em fase terminal, foram entregues ao CCZ pela população; outro quantitativo foi recolhido pelo Centro, após a comprovação positiva da LV, quando da realização de campanhas e o restante foi recolhido após solicitação da população.

Ele descartou a existência de qualquer tipo de captura de animal por parte do CCZ, a não ser quando solicitado e se os mesmos já estiverem dentro dos perfis citados.

"Conhecemos a determinação judicial existente desde 2008, que nos proíbe de sacrificar animais sadios. Então, somente podemos sacrificar animais comprovadamente irrecuperáveis - com laudo veterinário que comprove a situação deles. Os que são sacrificados são animais com calazar, que não têm cura, ou portadores de doença terminal, como cinomose", explicou Franco. O dirigente também descartou receber, no Centro, um animais sadios cujos donos não os querem mais. Apesar de faltarem ainda três meses para o fim de 2011 e com os casos que ainda estão pendentes em análises laboratoriais, a incidência do calazar tem diminuído na Capital e no Estado se comparada ao mesmo período de 2010.

Em Fortaleza, no ano passado, foram registrados, nos 12 meses, 262 casos confirmados, com dez óbitos. Neste ano, até ao mês de setembro, foram 136, com dez óbitos.

De acordo com o responsável pelo serviço de controle da LV, do CCZ, existem 50 outros casos suspeitos em análise. Outros cinco óbitos acontecidos também estão sendo analisados se a causa morte é ou não o calazar.

Já segundo dados estatísticos da Secretaria de Saúde do Estado (Sesa), em 2010, foram confirmados 581 casos, com um total de 26 óbitos. Este ano, até o mês de setembro, 249 casos já foram confirmados com 22 óbitos. De acordo ainda com informações da assessoria de comunicação da Sesa, existem muitas ocorrências que estão com pendência de comprovação laboratorial para ser atestada ou não.

Raiva
Com relação à raiva animal e humana, a situação é considerada tranquila, já que em Fortaleza não se registra caso confirmado há sete anos. O último aconteceu em 2004. A raiva animal (urbanizada) está sob controle.

Apesar de praticamente erradicada no Brasil, a raiva ainda representa ameaça à vida humana e animal no mundo. Dados da OMS apontam que, a cada ano, pelo menos 55 mil pessoas morrem após serem mordidas por um animal infectado, e 20 milhões de animais são sacrificados na tentativa de algumas nações conterem a disseminação desta zoonose. A raiva pode ser transmitida ao homem por mordida, lambida ou arranhão de um animal infectado. A taxa de letalidade entre humanos é próxima de 100%.

Recolhimento2.071 Cães portadores de doenças incuráveis foram recolhidos nas residências das pessoas que solicitaram, a presença dos técnicos do CCZ
ADALMIR PONTE  
REPÓRTER
Fonte - Diário do Nordeste


Proteste - 
Melhor que enviar emails protestando, é tomar a iniciativa de lutar para fechar todos os canis municipais CCZ do Brasil. Todos continuam matando sem dó nem piedade, se você não concorda e quer fazer algo, veja a Solução definitiva para o sofrimento dos animais abandonados. Lute com todas as suas forças para "convencer o prefeito de sua cidade a exe cutar o projeto postos veterinários de proteção aos animais. Boa sorte a todos nós, e especialmente aos nossos amigos abandonados. Grato.


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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Eles morrem amando quem os abandonou




Veja também - "Primavera animal" - Participe da libertação do sofrimento dos animais abandonados



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terça-feira, 4 de outubro de 2011

A melhor análise já escrita sobre os protetores de animais. Leia...Leia...Leia...


GATEIROS E CACHORREIROS. EITA RAÇA!

Dener Giovanini - Normalmente não comento sobre as manifestações dos leitores. As razões são várias. Vão desde a impossibilidade de responder pessoalmente a todas as mensagens – que são muitas – até a precaução no sentido de manter um espaço absolutamente democrático para que cada um se manifeste livremente, sem correr o risco de ter sua opinião censurada ou questionada.

Porém, dessa vez decidi tecer mais alguns comentários a respeito da nota sobre a Consulta Pública da Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Rio de Janeiro, que irá publicar uma Lista Oficial de Espécies Invasoras.

O que me motiva a escrever agora foi a enorme repercussão que a nota alcançou. Foram quase 6 mil recomendações no Facebook, mais de 150 comentários de leitores e quase 200 réplicas no Twitter.

Poucas vezes vi na internet um número tão grande de pessoas se manifestando a respeito de uma notícia. No caso da nota sobre as espécies invasoras, tamanho alcance deve-se principalmente ao enorme poder de mobilização que os protetores de animais domésticos possuem. Eles são conhecidos popularmente como gateiros e cachorreiros. São pessoas que dedicam grande parte do seu tempo a causa da proteção dos animais domésticos.

Protetores de animais: amor de bicho não tem preço.

Essas pessoas são capazes de sacrifícios imensos para defender aquilo que elas acreditam. Não existe no mundo – e digo sem medo de errar – nenhum outro movimento em que seus membros se envolvam tanto com a causa que abraçam. Nenhum grupo político ou religioso possui integrantes dispostos a tanto sacrifício pessoal como é o caso dos gateiros e cachorreiros. Nenhum grupo social tem uma capacidade de mobilização tão forte quanto eles. É impressionante.

A sorte de quem maltrata animais é que esse imenso grupo de protetores ainda desconhece o poder que tem. Pois no dia que eles se organizarem e passarem a ter estratégias claras de atuação, o mundo político irá tremer.

Os protetores de animais podem arruinar uma carreira política. Podem condenar um produto ao fracasso e, até, causar enormes prejuízos à empresas que insistem em ignorá-los. Uma grande parte desse grupo de ativistas é formada por donas de casa. São mulheres que decidem o que comprar em seu lar e que, com o poder de mães, esposas e filhas, conseguem mudar a opinião – e o voto – da família.

Para a felicidade daqueles que ignoram os apelos desse grupo, o movimento ainda não é organizado. Não existem lideranças nacionais com capacidade de mobilizar e de conduzir uma ação uniforme em território nacional. No dia que isso acontecer, senadores da República e até candidatos a presidente do país terão que estender tapetes vermelhos para eles.

O mais impressionante nesse grupo, além do grande poder de mobilização, é outra característica muito singular: grana. Ou melhor, a falta dela. Em 25 anos de lida diária na causa ambiental, nunca vi um “movimento social” trabalhar sem ganhar. Pelo contrário. Penso que os protetores de animais é o único grupo que tira do próprio bolso o financiamento para as suas causas. Eles não são empregados em ONGs, não recebem bons salários, como a grande parte dos ambientalistas profissionais, não dispõe de financiamento público e muito menos recebem emendas de parlamentares. O dinheiro deles vem das “vaquinhas”, das “rifas” e dos trocados que conseguem juntar impondo-se algum sacrifício pessoal.

Não existem estatísticas que mostram quantos eles são. E muito menos existem dados oficiais sobre quem eles são.

Mas uma boa dica para identificar um potencial protetor é reparar em alguns dos seus hábitos mais comuns: possuem animais domésticos, provavelmente mais de um. Nas redes sociais, seus álbuns de fotos sempre possuem a foto de um gatinho, de um cachorrinho, ao lado das imagens de suas famílias. Nas ruas, seu animal de estimação está quase sempre no colo, ou, se for grande, sempre ostentará um pelo brilhoso ou uma coleira da moda. Para esse grupo, não existe diferença social entre os animais. Os de “raça” e os “vira-latas” são iguais, nem mais, nem menos.

A eles, os protetores e protetoras do Brasil, dedico minha inteira admiração e agradeço imensamente as lições de amor e respeito à vida, que muitas vezes nos faltam quando somos absorvidos pelos debates “técnicos” em nossa luta ambiental.

Obrigado.
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Comentário de José Franson no Blog do Dener Giovanini -

Muito, muito bom o artigo e é exatamente o que todo protetor de animais sabe, mas não conseguiamos nos expressar com esta análise fantástica, não tínhamos certeza do caminhos. Agora temos, o artigo do Dener é de uma clareza impar, ficará nos anais proteção animal do Brasil. 

Aproveito para lançar uma ideia para revolucionar a proteção animal, baseado no que o Dener nos iluminou. - O sonho de todo gateiro e cachorreiro é ver o fim do sofrimento cruel dos animais abandonados, certo?. Ok.

Temos um projeto que é a solução definitiva para o sofrimento dos animais abandonados, Projeto postos veterinários de proteção aos animais, http://amigosdosanimaisdetatui.blogspot.com/2011/02/solucao-definitiva-para-o-sofrimento.html
Elaborado por protetores simples, cansados de literalmente chorar ao encontrar animais em sofrimento e não ter mais espaço nem dinheiro em casa para fazer o resgate. Cansados também de pedir atendimento veterinário caridoso para os resgatados, cansados da total negligência dos prefeitos com os abandonados, cansados da total falta de políticas públicas para os animais.

O projeto é uma nova maneira de gerir o abandono, deixando de lado toda estrutura usada a milênios de aprisionar os animais abandonados em canis municipais CCZ. È absolutamente viável, fácil de implantar, mais barato para a prefeitura do que aprisionar e matar nossos amigos, não precisa de leis, etc. apenas temos que "convencer" o prefeito a executa-lo. Como?

No artigo, o Dener ensina o caminho - Vamos nos organizar em grupos políticos não partidários, reunindo todos os protetores e milhares de simpatizantes que não sabem , como nós o que fazer, mas todos temos o melhor argumento do mundo para convencer os prefeitos a executar o projeto - O VOTO - È o argumento que eles mais gostam de ouvir... tenha certeza disto...

Como se organizar, sem dinheiro? Agora temos a ferramenta, a internet. Sem gastar quase nada estamos organizando em tatuí um grupo a "Família amigos dos animais de Tatuí" já temos mais de dois mil eleitores só de tatuí recebendo semanalmente notícias da luta par convencer o prefeito, através de emails. Estamos nos organizando usando a internet e eventos públicos, exclusivamente para "convencer" o prefeito a executar integralmente o "Projeto postos veterinários de proteção aos animais" - Solução definitiva para o sofrimento dos animais abandonados.

Organize você também uma 'família' em seu bairro, sua cidade, não gasta dinheiro e poderá salvar milhares de animais do sofrimento e morte. Não espere que outro o faça, inicie a luta agora, você mesmo.

Escreva para fransonvegan@gmail.com - Você faz a diferença, você pode!!! Quem sabe faz a hora não espera acontecer. As revoluções acontecem quando pessoas simples como eu e você que lê este comentário, se movimentam e com certeza inabalável, iniciam a luta com destemor e sem tréguas pelo que acreditam. Por favor, leia e analise o projeto postos veterinários de proteção aos animais. Se acreditar que ele é o caminho, lute com todas as suas forças para que seja executado. Grato.

Obrigado amigo Dener pelo artigo. Veja os olhos de cada animal abandonado a gratidão por nos abrir este caminho que irá salvar milhões de nossos amigos do sofrimento e morte. Amém...

Os animais humanos, enquanto coletivo não devem ser estimulados ou ter facilidades para manter em sua companhia outros animais. Não evoluiu o suficiente para entender que ele não é o senhor dos viventes. Vamos fazer de tudo para diminuir a natalidade de cães e gatos, para que não estejam facilmente disponíveis.

   Veja -  Tristeza e alegria - Escuridão e Luz
Veja também - Manual - Como convencer prefeitos  executar o projeto postos veterinários de proteção aos animais - Participe da libertação do sofrimento dos animais abandonados


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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Como é a fidelidade após a morte.


Um cachorro vira-latas chamado Rambo é o mais novo hóspede do cemitério municipal de Mamborê (482 km de Curitiba). Ele segue vivo, mas, como autêntico representante da fidelidade canina, passa horas ao lado de um dos túmulos recentes do local, o de seu antigo dono, morto há quatro meses.
Devido à insistência em permanecer no cemitério, o cachorro já arrumou um novo amigo, o solitário coveiro Sidinei Ramos, que lhe dá de comer todos os dias. O nome Rambo foi ideia do coveiro, já que antes ninguém sabia como o bicho era chamado.
O apelido surgiu depois que Rambo passou a apresentar um comportamento agressivo, parecido com a defesa de território, quando outros cães “ousam” entrar no cemitério.
Vira-latas Rambo é acariciado pelo coveiro Sidinei Ramos em cemitério de Mamborê (PR), para onde o cachorro se mudou após morte do dono, há 4 meses
“Ele brigava muito. Foi por causa disso que coloquei esse nome de guerreiro”, disse Ramos ao UOL Notícias. Em oito anos de trabalho, o coveiro afirmou que é a primeira vez que vê um cão ir morar no cemitério.
Ramos afirmou que  se sente desconfortável com a situação e espera que alguém adote Rambo. “Estou querendo que alguém pegue ele pra cuidar. Ficou esquisito um cachorro morar aqui no cemitério.”
Dimitri do Valle
Especial para o UOL Notícias

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domingo, 2 de outubro de 2011

Protetor de animais come carne?



Há quem ache que matar animais é um direito natural do homem. Assim como já houve quem achasse natural na espécie humana o extermínio de uma raça por outra
Por George Guimarães

O cheiro de sangue é forte e pode ser sentido de longe. No mercado a céu aberto, o cliente escolhe o animal que lhe parece mais suculento. O golpe na virilha do cachorro é rápido, mas a morte não vem depressa. O sofrimento dura alguns minutos. Os animais que recebem o golpe na jugular têm mais sorte. Mas os abatedores de cães temem a mordida e preferem atacar o animal por trás.

Essa cena se repete diariamente na China. "Que absurdo", diriam os ocidentais, para quem os cães são animais de estimação. O mesmo diria um indiano diante da forma como tratamos bois e vacas. Não há diferença entre matar um boi e um cachorro para comer. O raciocínio vale também para o esfolamento de galinhas, porcos e outros animais.

Tortura, dor, sofrimento, desolação. Animais de várias espécies são tratados como mercadoria, apenas mais um bem de consumo. Morrem covardemente e seus cadáveres são vendidos aos pedaços. Crescem em ambientes artificiais, agressivos à sua natureza. Como pode um animal tão dócil quanto uma vaca ser privado do seu instinto materno só porque a indústria requer que se separe da sua cria quando esta tem apenas alguns dias de vida? Como as aves, animais territoriais, podem viver à razão de oito animais por metro quadrado e não se tornarem neuróticas? Isso para não falar das torturas exercidas nos testes dos laboratórios científicos, mesmo existindo alternativas para o desenvolvimento de novos produtos.

Há quem ache um direito natural do homem submeter os animais a todo tipo de crueldade, assim como já foi natural, no passado, que algumas pessoas se julgassem superiores às outras pela diferença da cor da pele ou do credo religioso. Foi preciso que grupos abolicionistas e humanistas surgissem, mesmo sendo ridicularizados e discriminados no início, para que os homens enxergassem o absurdo na forma como tratavam outros seres humanos. Haverá um momento em que o homem, auxiliado por um novo tipo de abolicionistas – que falam por seres que não podem falar por si – , saberá que os outros animais não são sua propriedade. São seres com direito à vida.


Enquanto esse dia não chega, pagamos um alto preço sofrendo de doenças ligadas ao consumo de produtos animais. Obesidade, doenças cardiovasculares, diversos tipos de câncer, alergias e outros problemas de saúde que afetam boa parte da população de países desenvolvidos como os Estados Unidos. Bactérias se tornam mais resistentes graças ao uso em massa de antibióticos nos sistemas intensivos de criação animal.

A sociedade ganha uma dose extra de violência com rodeios, farras do boi, rinhas de cães e outras atrocidades em que as crianças aprendem desde cedo qual é a lei que impera no reinado humano. Um império cuja herança é incerta, já que 30% da devastação da floresta amazônica é destinada à formação de pastos para o gado. A população de animais de corte nos EUA produz 130 vezes mais lixo que a população humana daquele país. É sabido que quando consumimos na escala mais baixa da cadeia alimentar (vegetais), reduzimos o consumo dos recursos naturais em até 90%.

Esses são alguns dos motivos pelos quais me abstenho do consumo de qualquer produto animal, incluindo leite, ovos, mel, couro, lã, seda, cosméticos que tenham sido testados em animais etc. O termo atribuído a esse estilo de vida é vegan, chamado por alguns de vegetarianismo radical – apesar de não sermos tão radicais quanto aqueles que estouram os miolos de um animal inocente apenas para sentir o sabor de sua carne por alguns segundos.

Como nutricionista, e apoiado por vasta literatura científica, posso dizer que o único produto animal essencial à nutrição humana é o leite – que deve ser o da própria espécie e ingerido apenas durante o período de amamentação. Depois dessa fase, os alimentos de origem vegetal são capazes de suprir todas as necessidades nutricionais de qualquer pessoa. E com vantagens, por se tratar de uma dieta isenta de colesterol e rica em fibras, vitaminas e minerais.

Para aqueles que acreditam que os alimentos de origem animal são necessários para suprir as necessidades de proteína, ferro e cálcio, recomendo um estudo mais aprofundado. É muito fácil desenhar uma dieta vegan com 200% das recomendações de ferro, 150% de proteína e 100% de cálcio. É preciso que o debate seja informado pela literatura científica e não por campanhas publicitárias pagas pela indústria da carne e do leite.

Nutricionista, especialista em nutrição clínica e nutrição vegetariana e-mail: nutriveg@iname.com
Fonte - Revista Super interessante

Veja também - O que é vegan, porque sou vegan

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Leishmaniose - Calazar, doença negligenciada


Leishmaniose - Calazar é uma doença presente em 88 países, encontrada em áreas tropicais e subtropicais da Ásia, África e América do SulA leishmaniose é uma zoonose (doença dos animais que pode ser transmitida ao homem), causada por um protozoário parasita chamado Leishmania. Os animais infectados através da picada de mosquitos flebotomíneos podem ser cães, roedores e os próprios humanos. 

A leishmaniose é uma doença difundida mundialmente, presente em 88 países, encontrada em áreas tropicais e subtropicais da Ásia, África e América do Sul, com uma estimativa de mais de dois milhões de novos casos a cada ano, segundo dados da Organização Mundial de Saúde. 

Na América Latina, ela já foi detectada em 12 países e, destes, cerca de 90% dos casos acontecem no Brasil, onde foram notificados, no período de 1990 a 2007, 561.673 casos de leishmanioses, sendo 508.193 (90,5%) casos de leishmaniose tegumentar, também conhecida como úlcera de Bauru, e 53.480 (9,5%) casos de leishmaniose visceral, popularmente chamada de calazar, que é a forma mais severa da doença com acometimento de órgãos como fígado, baço e a medula óssea.

Em 2010, no estado do Ceará, foram notificados 1.027 casos de leishmaniose tegumentar e 527 casos de Leishmaniose visceral, com incidência de 6,9 casos/100 mil habitantes e letalidade de 12%.

Nos últimos anos observou-se tanto o surgimento de novas áreas endêmicas como também a expansão da doença naquelas já existentes. No Brasil, novos casos foram descritos não apenas em zonas rurais, mas também em regiões peri-urbanas e urbanas. A expansão geográfica das áreas de transmissão se deve tanto ao fluxo constante de indivíduos entre regiões endêmicas e centros urbanos, como também ao desmatamento e urbanização não planejada.

O aumento do número de casos de leishmaniose em pacientes imunodeprimidos, principalmente usuários de drogas injetáveis e portadores do vírus da aids tem favorecido a expansão da doença em áreas urbanas.

A leishmaniose é considerada uma das doenças negligenciadas que, por serem típicas de regiões de baixa renda, não despertam o interesse das indústrias farmacêuticas para o desenvolvimento de novos medicamentos.

Portanto, o investimento em pesquisas para o desenvolvimento de ferramentas adequadas para o diagnóstico e tratamento de doenças como leishmaniose, malária, dengue, febre amarela entre outras, ficam a cargo de instituições filantrópicas (54%), e públicas (41%), que não conseguem, na maioria das vezes, dar continuidade a esses investimentos por muito tempo. 

Atualmente as técnicas disponíveis para o diagnóstico e tratamento da leishmaniose ainda não apresentam a eficácia e aplicabilidade desejadas, embora relevantes avanços tenham sido alcançados com as pesquisas de novos testes diagnósticos e drogas terapêuticas. As medidas implementadas para o controle da doença mostraram-se incapazes de eliminar a transmissão e impedir a ocorrência de novas epidemias. 

Portanto apenas investimentos que valorizem e incentivem pesquisas aplicadas ao combate a leishmaniose, como desenvolvimento de novas drogas e técnicas de diagnósticos eficientes, controle dos vetores (mosquito flebotómos), através de pulverizações ambientais sistemáticas; estudo epidemiológico da doença nas regiões endêmicas; treinamento e capacitação de mão-de-obra técnica e profissional; elaboração de legislação sanitária estadual específica sobre a leishmaniose; informes educativos à população; e melhorias no sistema de diagnóstico e cruzamento de dados em nível nacional e internacional, poderiam permitir o fim dessa doença que acomete centenas de pessoas em áreas carentes do Brasil e no mundo.

Alessandro Taunay Rodrigues biólogo, mestre em bioquímica pela Escola Paulista de Medicina (Unifesp) e doutor em biologia molecular pela Universidade de São Paulo (USP).
Fonte - O povo online

Veja também -








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